domingo, 7 de dezembro de 2014
sexta-feira, 7 de novembro de 2014
quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Há um ano atrás...
Há precisamente um ano atrás vivia um dos dias mais felizes da minha vida. O mais feliz até àquela data. Podem ler aqui.
Quando penso nesse dia, vejo-o claramente na minha mente. Como se fosse um filme. Cada momento, cada som, tudo. É incrível como conseguimos guardar memórias tão vividamente.
Como em tudo o resto, quando penso nesse dia, sinto um misto de emoções. Sinto-me tremendamente feliz porque foi a primeira vez que vi e ouvi os meus filhos. A primeira vez em que me senti verdadeiramente mãe. Abençoada. Especial. Mas sinto-me tremendamente triste. Porque ouvi dois corações. O som mais bonito que algum dia ouvirei. Dois corações. Uns meses depois um deixou de bater. Aquele que foi o som mais mágico que ouvi virou silêncio. E isso é a maior dor que se pode ter. Que se pode trazer no peito.
A história do G. é uma história feliz. De luta. De vitória. A história do P. é uma história triste. Ambas as histórias tiveram o mesmo tempo, o mesmo espaço. Como se lida com isso?
Apesar de tudo, nada apaga o que senti naquele dia. O dia em que estive mais perto da magia.
domingo, 2 de novembro de 2014
Escrever só por escrever
Quem me conhece um bocadinho, sabe que não sou pessoa de fazer nada só porque sim. Não gosto de fretes, de favores, de obrigações.

Gosto de escrever, sempre gostei. Em miúda escrevia cadernos e cadernos. Adorava ficar em casa, de pijama, no meu quarto a ler e a escrever. Sempre fui das letras. É verdade. Há algo que a escrita nos dá. Uma certa libertação. Um certo prazer. Não sei explicar. Mas que é muito bom, isso é.
Talvez por isso me senti atraída pela ideia de ter um blog. Um espaço meu. E quando digo meu é no sentido de escrever o que me apetecer, sobre o que me apetecer e quando me apetecer.
Escrever só por escrever não. Não é produtivo. Não é bonito. Não é libertador. Não acrescenta nada a este mundo infinito que é a blogosfera.
Quem me conhece um bocadinho, sabe que no ano passado iniciei o maior e melhor projecto da minha vida: a Maternidade. Claro que quando desenhamos um projecto, estamos longe de imaginar o que se segue. Uma coisa é a teoria e outra bem diferente é a prática.
Um ano depois estou uma pessoa diferente. Não só porque a Maternidade nos muda mas também porque toda a experiência de gravidez, parto, pós-parto foi de tal forma intensa que dava um livro. Dava mesmo.
Há dias em que me sinto mais forte. Outros mais fraca. São mais os dias em que me sinto fortalecida. E quando não encontro a minha energia interior, olho para o G. e encontro a luz que preciso. Que me alimenta. Que me faz feliz.
quinta-feira, 23 de outubro de 2014
Nova campanha no ar!
Como sabem sou Youzzer (antiga embaixadora) e fui escolhida para a Campanha Aveeno Dermexa. Adorei. Qual não é o bebé que tem pele sensível? No caso do meu G. tem pele seca com tendência a atópica portanto na teoria este produto assenta como uma luva. Vamos ver como funciona na prática.
Para quem tem curiosidade em experimentar, estou a oferecer um kit de experimentação no facebook.
Assim que tiver feedback, conto tudo!
quarta-feira, 15 de outubro de 2014
Hoje é dia de...
Todos os dias são dias de alguma coisa. Dias de alguém. Hoje é o dia de todas as estrelinhas que brilham no céu. Porque partiram cedo demais mas deixaram um amor imenso na terra. Por todas elas mas especialmente pelo meu P, hoje é o Dia Nacional para a Sensibilização da Perda Gestacional.
quarta-feira, 30 de abril de 2014
Não posso esquecer!
As coisas vulgares que há na vida
Não deixam saudades
Só as lembranças que doem
Ou fazem sorrir
Há gente que fica na história
Da história da gente
E outras de quem nem o nome
Lembramos ouvir
São emoções que dão vida
À saudade que trago
Aquelas que tive contigo
E acabei por perder
Há dias que marcam a alma
E a vida da gente
E aquele em que tu me deixaste
Não posso esquecer
(...)
quinta-feira, 17 de abril de 2014
Talvez um dia....
Talvez, um dia, decida escrever sobre tudo o que tenho vivido. Talvez. Talvez, um dia, não doa tanto pensar sobre isso e consiga partilhar com vocês. Não para terem pena mas para terem conhecimento. Antes de tudo isto, não pensei que seria possível viver algo assim. Não sou a única (infelizmente). Portanto, talvez, um dia, consiga falar com quem está desse lado. Talvez, quando um novo capítulo se começar a escrever. Não se rasgam páginas do livro da nossa vida. É impossível. Mas escrevem-se novos capítulos. Encerram-se os anteriores e guardam-se todas as memórias, recordações e sentimentos num baú do sótão do nosso coração. Há histórias que têm de ser escritas. Pelo simples facto de terem que permanecer na eternidade. Muito para além da nossa existência. Talvez, um dia, escreva sobre tudo isso.
Hoje quero, apenas, agradecer a todos aqueles que nas curvas da vida, se agarraram bem e ficaram aqui. Comigo. Pacientemente à espera. Não pedi que ficassem mas mesmo assim ficaram. Demonstrando o seu valor como pessoas. Obrigada. Obrigada do fundo do coração.
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